quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

A PARANÓIA DAS COISAS

O povo surta, e como surta e não mede as conseqüências do quão mal elas são capazes de fazer para si e apara os outros ao seu redor, quando se envereda na loucura pessoal. Daqui uns dias serei proibido de escrever aqui no meu blog mediante a capacidade de enlouquecimento das pessoas. Dias desses recebo uma mensagem que me deixou por demais perturbado, quanto a um texto publicado recentemente, a mensagem era de uma falta de inteligência, de uma vulgaridade indescritível, um texto de tão baixo escalão que me deixou alguns dias um pouco triste, pois não tratou de denegrir o texto que lá estava publicado, mas de me denegrir, usando assim de palavras torpes para me definir, enfim, coisa de alguém que tentou, mas não conseguiu me destruir... E se engana a pessoa que tentou se camuflar, se esconder para assim não ser descoberto, mas como sempre, mentira tem perna curta e agente só colhe o que planta, por um destino ou uma coisa do acaso descubro quem de fato me enviou a mensagem tão grotesca, não que tenha 100% de certeza, na verdade tenho 95% de certeza, juntei uma coisa a outra, imaginei o quão louca essa pessoa é, e a sua capacidade de surtar que é assim fenomenal, poderia muito bem ter a capacidade de escrever as palavras que foram escritas. Fico até o prezado momento chocado em saber que quem me escreveu o fez. Assim, surpreso, surpreso não posso dizer, mentiria feio se falasse isso, mas não seria tão assustador, as crises constantes de loucura é nítida, na maioria das vezes inacreditáveis, mas surgem, afinal o ser humano é capaz de tanta atrocidade... A quem diga que nos controlamos... Se seguir por esse viés daqui a pouco acusarão o Samurai.sa de ser o autor do tiro que atingiu Dijenal Antena kkkkkkkkkkk. Bom devo dizer ao sufocador, ô, ao mensageiro misterioso que nada do que imaginou bate com minha história. E devo salientar que também eu surto viu, mas sabe onde estão as minhas loucuras, aqui no meu Blog, escrevo sobre o que acontece comigo, “SOBRE TUDO”, até quando vou ao banheiro fazer minhas necessidades fisiológicas, pois é o momento perfeito pra criar textos, é de uma concentração extraordinária.
Fico por aqui rindo da miséria dos outros...

Por: Alisson Meneses de Sá

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